Os magistrados da Justiça Eleitoral de Alagoas já não escondem a insatisfação com a guerra das ações movidas pelos grupos de JHC e Renan Filho.
Quem tocar nos temas mais sensíveis de um e de outro, nas redes sociais ou na imprensa foram, corre o risco seríssimo e ser alvo de uma dessas inciativas dos grupos que se enfrentarão nas urnas em outubro.
Os temas: Banco Master, para JHC; escândalo da Sesau, para Renan Filho.
(As pesquisas eleitorais são um caso à parte.)
A questão é que os magistrados têm muito com o que se preocupar e resolver além de analisar e decidir numa eleição tão disputada e polarizada – que já está nas ruas há muito tempo (antes do tempo?).
Tudo bem: o caminho da Justiça deve ser procurado por quem se sente prejudicado, de fato, quando não há paridade de armas, só que a turma quer evitar que os temas inevitáveis da campanha – para um lado e para o outro – sejam abordados “antecipadamente”.
Bobagem.
Que os magistrados atuem naquilo que efetivamente interessa para eles e para a sociedade.
