É bem verdade que a imprensa local tem sido tímida na fiscalização dos serviços públicos, estaduais e municipais, e não é de hoje.

São poucos os jornalistas, eis a verdade, nas redações para dar conta da imensa demanda.

Fato concreto é que a campanha eleitoral nas redes sociais, principalmente, intensifica a divulgação dos “podres” de áreas sensíveis do governo do Estado e da prefeitura.

Claro que, por ser campanha, há uma tendência ao exagero, mas há material de sobra para chegar ao eleitor, que poderá avaliar melhor os serviços prestados e pagos pelo seu dinheiro.

Saúde e educação são áreas em que os segmentos da administração pública ficam muito a dever ao cidadão, e agora é uma boa hora para mostrar o que não foi feito ou o que foi malfeito.