É de se destacar: Dantas, Calheiros, Lira, JHC e agora Isnaldo Bulhões: todos silenciam sobre os escândalos dos seus e os próprios, provando que essa história da “opinião pública” virou passado.

Os Calheiros até hoje nada disseram sobre a “maleta da propina”, na prefeitura de Murici, assim como ignoram o rombo da Saúde – R$ 100 milhões – no atual governo (bem que o médico José Wanderley poderia, até por ser da área, pedir uma CPI na Sesau.)

E Dantas?

Nem uma só palavra sobre o rombo apontado pela Operação estágio 4, da PF, lá mesmo, na Sesau.

O caso de JHC, sobre o que ele silencia, como se nada tivesse acontecido – R$ 100 milhões aplicados nos fundos podres do Banco Master vocárico.

Lira também tem sua cota de escândalos, sem que nada se abata sobre ele, como os robôs educativos (?).

E aí surge no noticiário o deputado Isnaldo Bulhões, também do MDB, apontado como um dos viajantes no “voo do tigrinho”, assim batizado por ter como patrocinador o personagem ligado ao jogo – e não só isso.

A última em que Bulhões apareceu metido foi a chamada “farra do uísque”, bancada pelo mafioso Daniel Vorcaro.

Seu eleitor não cobra explicações, e ele, Bulhões, surfa no seu território de águas calmas – pelo menos para o próprio.