Dá para reparar bem: os neopetistas – Marcos Barbosa e Breno Albuquerque, por exemplo – mudaram de sigla, mas não mudaram de aliados e convicções.
Eles estão em plena campanha como todos os demais candidatos, mas apoiando e sendo apoiados pelos mesmos de antes, como se nada tivesse acontecido.
Os seus adesivos confirmam as preferências políticas e eleitorais.
A lembrar: Barbosa entrou no PT por indicação do governador Paulo Dantas; Albuquerque migrou para a legenda tendo um intermediário de peso – o desembargador Tutmés Ayran.
Nada de novo no front, e duvido que a direção local do PT esperasse algo diferente.
