“Esses valores de hoje não se sustentam.”
A frase, quase um desabafo, é de um candidato proporcional já experiente, mas que vive um novo momento na disputa eleitoral em Alagoas.
Segundo ele, a antecipação das eleições, com a campanha no interior já nas ruas, gritando para quem quiser ouvir, está elevando os preços das alianças.
Resultado: na ânsia de garantir apoio, alguns candidatos inflacionaram os preços, e poucos têm grana – e são os carimbados – para bancar o que prometem.
Detalhe: até candidato majoritário, que normalmente tem um cofre mais recheado, está tendo dificuldade para cumprir o acordado.
E é aquela história: se não entregou, se entregou – muda-se de lado sem nenhum constrangimento.
Solução?
- Só se a Justiça Eleitoral resolvesse intervir.
Ou seja: se resolvesse assegurar o cumprimento da lei, que manda (?) que a campanha só comece depois das convenções, em agosto.
Agora, a Inês é morta.
