Seria – será? – uma chapa puro sangue, como foi em 2014, mas tudo depende de Marcelo Victor e Paulo Dantas.
A ideia, qual é?
Possibilitar o PSD, da dupla que manda em Alagoas por esses tempos, a fazer três deputados federais este ano – a expectativa é de dois, com Luciano Amaral tendo cadeira garantida.
Assim, eis a lógica, os Calheiros salvariam Brito, cria do clã de Murici, e garantiriam uma chapa ao governo em que eles teriam controle absoluto.
Para MV/Dantas, por óbvio, seria perder um pouco do poder local, mas crescendo em Brasília.
A questão é: se assim for, MV não mancharia um tanto da imagem de mandachuva local?
Como reagiriam seus seguidores, sabendo que com Filho o cenário atual de poder em Alagoas poderia ser diferente?
A bola está girando sobre a mesa (em tempo de Copa).
