A questão não é especialmente por se tratar de Rafael Brito, como também é conhecido o autocognominado Tio Rafa.
O que está em jogo é o prestígio dos Calheiros lá em Brasília, onde, de fato, eles acumularam poder e visibilidade.
Imaginem o MDB de Alagoas perder a metade da sua bancada na Câmara Federal – elegendo apenas um deputado.
A turma vai olhar desconfiada. Eles têm de mostrar que controlam os seu território à turma do poder central.
Daí o empenho pessoal de cada um dos Calheiros e o investimento político na busca de escadas – a essa altura, qualquer uma, até de dois degraus, já serve.
