A campanha está nas ruas, principalmente no interior, e em todos os lados, com candidatos fazendo comícios e até distribuindo dinheiro com os eleitores.

Abertamente, escancaradamente.

Mesmo que a última parte – a de tentativa de compra de eleitores – ainda seja vedada pela Lei Eleitoral (?), os registros de rede social e até na imprensa formal não deixam dúvidas: o calendário eleitoral foi “pras cucuias” em Alagoas, numa espécie de anomia. 

E sem medo de ser feliz.

Se o noticiário nacional aponta que Lula e os Bolsonaros já brigam na Justiça por “campanha antecipada”, por aqui vivemos o “salve-se quem puder”.

Que fique claro: só quem sente a pancada no lombo é o eleitor: candidatos sorriem para a turma da fiscalização, que retribui o sorriso com grande alegria.  

“Somos todos irmãos”, dirão, silenciosamente, como convém.