O único que não tem acompanhado o ex-prefeito de Maceió nas ações de sua pré-candidatura, nem é citado para disputar algum cargo é o seu irmão, Dr. JHC - também conhecido como Dr. JAC.
Ainda assim, ele se desincompatibilizou, no prazo legal, do cargo de assessor da presidência da Caixa Econômica, o que o torna apto a disputar as eleições de outubro. Além disso, teria se filiado ao PSDB.
Tirando essa exceção, a ambição do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), é usar seu prestígio para reeleger sua mãe, Eudócia Caldas (PSDB-AL), ao Senado.
Na lista também aparece a esposa, Marina Candia. Recém-filiada ao PSDB, ela deve disputar uma vaga na Câmara Federal.
O único que não migrou para o PSDB foi o ex-deputado federal João Caldas, pai de JHC. Ele preside o DC, está organizando a legenda no país e deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Alagoas.
Se conseguir se eleger e puxar os demais, o resultado será um fenômeno nacional.
O problema é: ao priorizar a eleição de familiares, como ficarão os demais candidatos do seu grupo, que o apoiam e também querem usufruir de seu prestígio nos momentos decisivos?
Como diz um ex-vereador por Maceió, "o artigo mais frequente da política - a traição - tem desfilado sem inibição por esses dias, e a sua presença deve aumentar até as convenções".
