A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) confirmou, na manhã desta sexta-feira (10), que uma estudante da Faculdade de Direito (FDA) do Campus A.C. Simões, em Maceió foi diagnosticada com meningite bacteriana.
Em resposta ao diagnóstico, a instituição suspendeu as atividades presenciais da turma da aluna, que passará a ter aulas de forma remota temporariamente como medida preventiva.
A gestão da Ufal informou que está acompanhando o caso junto à família da estudante e que já acionou os órgãos de saúde do estado e do município.
O protocolo de contenção inclui a administração de medicação profilática para estudantes, docentes e técnicos que tiveram contato direto com a paciente, seguindo as diretrizes da Vigilância Sanitária.
Em nota oficial, a Faculdade de Direito destacou que buscou orientações técnicas para garantir a proteção da comunidade acadêmica. "A Vigilância Sanitária permanece monitorando a situação e mantém contato direto com a gestão da universidade para orientar sobre os próximos passos", diz o comunicado.
Até o momento, o redirecionamento para o ensino remoto atinge apenas a turma específica da estudante diagnosticada. A universidade reforça que as medidas adotadas seguem rigorosamente os protocolos sanitários para evitar a propagação da doença no campus.
Alagoas encerrou o mês de fevereiro com a maior incidência de meningite no Nordeste, ocupando a segunda posição no ranking nacional da doença. O cenário de alerta epidemiológico se concentra em Maceió, com notificações críticas em bairros como Benedito Bentes, Jacarecica e Serraria.
Veja a nota na íntegra
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) comunica que foi notificada da ocorrência de caso de diagnóstico confirmado de meningite bacteriana em uma discente do curso de graduação em Direito, vinculada à Faculdade de Direito de Alagoas (FDA).
Desde as primeiras informações, a Direção da FDA acompanhou, junto à família, o estado de saúde da estudante diagnosticada, bem como buscou orientações de órgãos de saúde, tanto no âmbito estadual quanto municipal, sobre medidas de prevenção e contenção adequadas, com vistas à proteção da comunidade acadêmica.
Em conformidade com as recomendações recebidas, as atividades acadêmicas da turma à qual pertence a estudante foram temporariamente convertidas para a modalidade remota, como medida preventiva.
A Vigilância Sanitária está adotando todos os protocolos necessários, incluindo a administração de medicação profilática e a orientação de estudantes, docentes e técnicos que tiveram contato com a estudante diagnosticada.
Ressalta-se, ainda, que a Vigilância Sanitária permanece monitorando integralmente a situação, em contato direto com a gestão da Ufal, assegurando o acompanhamento contínuo e a adoção de todas as medidas necessárias.
A Universidade Federal de Alagoas reafirma seu compromisso com a saúde, a segurança e o bem-estar de toda a comunidade acadêmica e seguirá acompanhando atentamente os desdobramentos do caso.
