É claro que no direito tudo é relativo, inclusive o sentido de absoluto.
Está claro o argumento do vereador Kelmann para o futuro embate com o senador Calheiros – e também o seu suplente.
O presidente do MDB liberou geral para o vereador Zé Márcio, que também era do partido, para que ele pudesse ir para o PSD de Marcelo Victor.
Negou a saída do então líder do agora ex-prefeito que peitou o senador e se filiou ao PSDB.
Lembrando: os dois vereadore da bancada de JHC, com os mesmos mimos e afetos.
Claro que Calheiros tem todo o direito de gostar mais de um do que de outro, além do que ele tem muita força na Justiça Eleitoral local, mas argumentos há para todos os gostos. Quanto o afeto conta nesse embate?
O que vai prevalecer?
Nem os mais sábios haverão de responder desde já.
