A Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc) informou, em nota enviada à imprensa na manhã desta quinta-feira (12) que abriu apuração sobre um episódio de agressão envolvendo duas alunas da Escola Estadual Professora Margarez Maria Santos Lacet, situada no bairro Santa Amélia, em Maceió. O pasta também manifestou repúdio ao ocorrido.
Um vídeo que passou a circular nas redes sociais mostra o momento em que as estudantes se envolvem em uma briga diante de vários colegas dentro da unidade escolar. Nas imagens, uma das jovens derruba a outra com uma rasteira, enquanto ambas trocam agressões e puxões de cabelo.
Durante a confusão, uma das estudantes chega a arremessar o próprio celular no chão para continuar a briga. Enquanto alguns colegas tentam intervir e separar as duas, outros apenas assistem à cena e reagem com risadas. Devido ao conteúdo das imagens, o CadaMinuto optou por não divulgar o vídeo.
Em nota, a Seduc afirmou que adotou providências assim que tomou conhecimento do caso. As famílias das envolvidas foram chamadas para conversar com a direção da escola e uma das estudantes foi transferida para outra unidade da rede estadual.
A secretaria também informou que será realizada uma reunião com a comunidade escolar para reforçar orientações sobre convivência e prevenção de conflitos. Segundo o órgão, a rede estadual não admite episódios de violência no ambiente escolar.
Veja a nota na íntegra:
“Nota Oficial
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) repudia veementemente o episódio de violência ocorrido na Escola Estadual Professora Margarez Maria Santos Lacet, no bairro Santa Amélia, em Maceió, e afirma que não tolera qualquer comportamento que fira a cultura de paz nas unidades de ensino.
Diante do ocorrido, as medidas cabíveis foram tomadas de imediato. As famílias foram convocadas, uma das estudantes foi transferida e uma reunião geral será realizada para reforçar os protocolos de convivência.
A Seduc assegura que possui tolerância zero com a violência e que mantém o suporte do Programa Coração de Estudante e do Protocolo de Proteção e Resposta às Violências (Lei nº 14.811/2024) para garantir um ambiente escolar seguro.
O caso segue sendo acompanhado, em parceria com os órgãos de segurança e de proteção à criança e ao adolescente.”
