Durante 25 anos, a professora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, dedicou-se ao estudo da laminina, uma proteína com potencial para auxiliar na regeneração do sistema nervoso. Dessa trajetória, nasceu a polilaminina, um medicamento que, na fase experimental, já possibilitou a recuperação total ou parcial dos movimentos em pacientes.
É uma notícia que enche o Brasil de orgulho e esperança! Agora, a pesquisa aguarda a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para avançar para as próximas etapas dos estudos clínicos.
Esse é mais um exemplo concreto de como a educação pública e a ciência transformam vidas. Defender nossas universidades e institutos de pesquisa é defender o futuro do país. Cada investimento em ciência retorna em desenvolvimento, inovação e mais qualidade de vida para a população.









