A Justiça de Alagoas autorizou a quebra de sigilo telefônico da ex-companheira de Johanisson Carlos Lima Costa, de 33 anos, coordenador das categorias de base do Clube de Regatas Brasil, assassinado a tiros em Maceió. Também foi determinada a quebra de sigilos telemático e bancário dos suspeitos de envolvimento no crime, dois deles estão presos e outros três morreram.

A informação foi divulgada pelo portal TNH1 nesta terça-feira (24). Conforme a publicação, a quebra de sigilo telemático abrange dados armazenados digitalmente, como e-mails, mensagens trocadas por aplicativos como WhatsApp e Telegram, arquivos em nuvem e histórico de navegação.

Paralelamente, a Polícia Civil de Alagoas prorrogou por mais 30 dias o inquérito que apura o homicídio.

O crime ocorreu na manhã do dia 23 de janeiro, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Johanisson seguia para um ponto de ônibus, de onde embarcaria em uma van com destino ao CT Ninho do Galo, quando foi atingido por um disparo na cabeça.

De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a motivação pode estar relacionada a ciúmes. A vítima teria retomado contato com a ex-companheira após o término do relacionamento dela com o suposto manda