Não se pode dizer que os dois, hoje, tenham lá grandes chances de eleição.
No caso do secretário Júlio Cezar, por exemplo, ele seria um candidato com alguma chance à Assembleia, mas não tem estofo para brigar por uma vaga na Câmara Federal.
Sai do governo porque prometeu a Dantas que vai ajudar seu candidato, Luciano Amaral, a se reeleger com uma votação maior do que a que teve na eleição passada, quando era um ilustre desconhecido (o deputado).
Se hoje não é lembrado por sua atuação como deputado federal, já marcou sua identidade política como “o federal de Marcelo Victor”.
Judson Cabral, por sua vez, já sabia que teria vida curta na Secretaria do Meio Ambiente, que assumiu por sua ligação com Ronaldo Medeiros.
Agora, Cabral vai retribuir a gentileza, ajudando na reeleição do presidente do PT. Ele é um candidato de voto espontâneo, cada vez mais fragmentado e, até por isso, cada menos capaz de eleger algum candidato.








