A iniciativa do ministro Flávio Dino atingiu o que se considera o órgão mais sensível de boa parte da humanidade: o bolso.

Inicialmente, foi a vez das emendas do orçamento secreto, que já expuseram alguns dos mais espertos parlamentares da República, com suas tropas amestradas.

E ao decretar o fim dos penduricalhos - que não é uma jabuticaba como parece -, ele tirou parte dos excessos visíveis e, mais do que isso, chegou a uma máxima imutável: perder é sempre pior que não ter.

Claro que tudo pode mudar, seja dentro do próprio STF, seja pela via legislativa, mas pelo menos por um tempo, Dino, magistrado e político de carreira, interpretou o que é justiça para o cidadão comum.