Se o governador confirmar a sua permanência do Palácio República dos Palmares até o fim do mandato, há de se imaginar que ele se tornará um cabo eleitoral importante nas eleições.
De saída, ele deve conseguir eleger, com os votos das suas bases sertanejas, um deputado estadual: Paulinho Mendonça.
Para federal, ele seguirá, como sói acontecer, Marcelo Victor, ajudando a reeleger Luciano Amaral, que tem tudo para ser um dos mais votados para a Câmara.
E aí entram as eleições: majoritárias, onde, em tese, conta o peso e os prestigio do governador.
Isso funciona – e funcionará – no interior do estado, notadamente nos municípios menores e nos redutos mais “profundos”.
Fato concreto é que em Maceió ele já teve a oportunidade de ver derrotados todos os seus candidatos a vereador (o postulante à prefeitura tomou uma sova histórica de voto de JHC).
Só para lembrar: Gustavo Pessoa, para quem fez campanha declarada, ficou em quarto lugar no seu PSB, disputando uma vaga de vereador.
É pouco demais para quem vive na mídia diariamente e só na linha do “todo dia com sua alegria”.










