E, de fato, ele já foi mesmo.
Começou sua vida política no movimento estudantil, muito próximo ao PC do B, então, partido do ex-presidente da UNE Aldo Rebelo (hoje um símbolo da direita bolsonarista).
De lá para cá, sua trajetória é bem conhecida: foi constituinte da ala progressista, líder de Collor no Congresso Nacional (filiado ao direitíssimo PRN), depois assumindo a presidência da Salgema (via Petroquisa), ministro da FHC, renunciou à presidência do Senado e enfrentou muitas denúncias (inclusive na Lava-jato), mas sempre ocupando lugar de destaque em Brasília.
Coincidência ou não, suas redes sociais trouxeram de volta a lembrança dos tempos calheiristas de esquerda – exatamente quando Ronaldo Lessa se lança ao Senado.
Às vezes, o passado é só mesmo passado.









