A expressão, dura e real, é de um caldista, que enxerga Renan Filho com a mesma disposição.
Não que os dois pré-candidatos não devem caso disputem o governo do Estado, ter embates mais duros, mas a avaliação do marketing de ambos é de que a linguagem que circula pelas redes e na imprensa quando Lira e Calheiros são citados não atrai o eleitorado.
Principalmente aquele de que os dois precisam ou precisarão na decisão das urnas: o de formador de opinião. Os dois são mais jovens e, ao contrário das velhas raposas, conseguem circular entre os eleitores sem constragimento ou medo de ser ofendidos com adjetivos nada elogiosos,
Há um cansaço, observam, em relação ao estilo belicoso e até violento do embate entre os dois candidatos ao Senado.
Ressalte-se: quem pode sair no lucro com essa briga “sanguinária” é Alfredo Gaspar – só nesse caso – e, quem sabe, Ronaldo Lessa - os dois candidatos mais ideológicos e menos fisiológicos.










