A Polícia Civil (PC) prendeu nessa terça-feira (3), um dos suspeitos de envolvimento no homicídio da idosa Antonieta Teixeira da Silva, de 66 anos, ocorrido no dia 14 de janeiro, no conjunto Demorisvaldo, em Rio Largo. A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (4).
Segundo a delegada Rosimeire Vieira, da Delegacia de Homicídios do município, desde o crime, a polícia vinha realizando diligências para cumprir o mandado de prisão expedido contra o suspeito.
A delegada explicou que, após receber uma denúncia, as equipes localizaram o homem, que vinha mudando constantemente de endereço na tentativa de evitar a prisão.
Ainda de acordo com Rosimeire Vieira, durante o interrogatório, o suspeito revelou que já se preparava para deixar o estado e se mudar para o Espírito Santo. A delegada afirmou que ele confessou a participação no crime e apresentou detalhes que corroboram com as investigações.
O suspeito relatou que havia ido até a residência da idosa com o objetivo de tratar com o sobrinho dela, com quem tinha um conflito relacionado ao tráfico de drogas. A delegada informou que ele estava acompanhado de um comparsa, que ainda é procurado pela polícia, e que ambos estavam armados quando chegaram ao local.
Eles chamaram pelo sobrinho e conversaram com ele por alguns minutos na calçada. Em seguida, segundo a delegada, os dois suspeitos sacaram as armas e efetuaram diversos disparos. O jovem tentou fugir e entrou no imóvel, onde estavam a idosa e outras pessoas, mas os suspeitos o perseguiram e continuaram atirando.
O jovem conseguiu se trancar em um cômodo da casa e escapar, porém a idosa, que estava sentada no sofá da sala, foi atingida fatalmente por um disparo. Após a prisão, o homem foi novamente ouvido e detalhou as circunstâncias do crime.
A delegada Rosimeire Vieira informou que as investigações devem ser concluídas em breve e pediu à população que utilize o canal 181 para informar o paradeiro do segundo suspeito, que também participou da ação e efetuou disparos.
“A polícia deve responsabilizá-lo com o rigor da lei pela prática criminosa”, afirmou a delegada.
*Com informações da Ascom PCAL
Foto de Capa: Arquivo pessoal










