Uma briga entre os técnicos Leandro Campos, do CSE, e Dico Wooley, do ASA, chamou atenção após o clássico do Agreste, neste domingo (25), no Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios. O jogo, válido pela 5ª rodada do Campeonato Alagoano 2026, terminou com a vitória do clube de Arapiraca por 2 a 1.
A confusão ocorreu na saída de campo, com troca de ofensas verbais entre os treinadores, sendo necessária a intervenção da polícia e até o uso de spray de pimenta.
Segundo Wooley, a situação começou porque Campos não o cumprimentou antes do início da partida, o que ele considerava uma obrigação por jogar em casa.
“Ele não veio me cumprimentar. No fim do jogo, fui parabenizar a arbitragem, e ele começou a se aproximar, apontar o dedo e dizer que eu era mal-educado. Eu perguntei: ‘agora eu sou colega de profissão?’”, relatou.
O técnico do ASA afirmou que houve troca de palavrões. “Respondi à altura, e foi aí que começou aquela situação que ninguém quer que aconteça”.
Já Leandro Campos afirmou que Wooley teria xingado sua mãe, que está internada e se prepara para cirurgia de câncer na língua.
“Eu falei: ‘professor, vamos cumprimentar os companheiros de trabalho e manter a ética’. Imediatamente, ele reagiu me chamando de ‘filha da p***’. Minha mãe está hospitalizada, e esse tipo de ataque é inaceitável”, contou.
Campos também explicou que não cumprimentou Wooley no início da partida por falta de tempo. “Não consegui me deslocar até o banco do adversário antes do início. Infelizmente, não deu tempo, estávamos cantando o hino nacional e o jogo começou imediatamente”.
Foto de Capa: Reprodução/NN Play










