O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (20) que convidou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o Conselho da Paz de Gaza.
O líder dos EUA afirmou que espera que o brasileiro tenha um "grande papel" no grupo, pontuando que gosta do petista.
De toda forma, fontes disseram à CNN Brasil que o governo federal resiste ao convite de Trump. De acordo com apuração de Caio Junqueira, a avaliação é a de que, da forma como está concebido, o grupo deixa poder excessivo nas mãos do presidente americano.
Presidido por Trump, o “Conselho Executivo fundador” do Conselho de Paz também inclui o enviado de política externa de Trump, Steve Witkoff, o vice-conselheiro de segurança nacional, Robert Gabriel, e o genro de Trump, Jared Kushner, bem como o empresário bilionário Marc Rowan e o diretor-geral do Banco Mundial, Ajay Banga.
Diversos países foram convidados, incluindo Argentina, Canadá, Paraguai, Turquia, Egito, entre outros.
De acordo com apuração de Gustavo Uribe, âncora da CNN Brasil, Lula deve discutir sobre o assunto com Emmanuel Macron, presidente da França. Na segunda-feira (19), um porta-voz do governo francês pontuou que o líder do país recusará o convite.
Acordo Mercosul-União Europeia
Durante a coletiva, Trump também foi questionado sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado no dia 17 de janeiro.
Porém, ele desconversou, apenas exaltando os Estados Unidos e a situação comercial do país.
"Acho que temos um comércio como nunca tivemos antes. Estamos nos saindo melhor no comércio do que jamais estivemos. Não estamos sendo explorados por todos os países do mundo como antes. Estamos alcançando números que ninguém jamais imaginou serem possíveis. Somos mais ricos do que nunca", disse.
"Isso se deve às tarifas e ao uso adequado delas, e também somos os mais seguros", finalizou.










