A pousada onde uma mulher de 39 anos e o filho dela, de 11, morreram após se afogarem em Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, se manifestou oficialmente sobre o caso. Em nota divulgada, o estabelecimento informou que está colaborando integralmente com as autoridades e ressaltou que as circunstâncias das mortes ainda estão sendo apuradas.

No comunicado, a administração do local expressou “profundo pesar” pelas mortes e solidariedade aos familiares e amigos das vítimas, que eram naturais de São Paulo e estavam na cidade a passeio. A pousada informou que, assim que a situação foi percebida, todas as providências cabíveis foram adotadas, incluindo o acionamento dos serviços de emergência e o apoio imediato às vítimas.

“A pousada se solidariza com os familiares e amigos das vítimas e expressa suas mais sinceras condolências. As circunstâncias do ocorrido estão sendo apuradas pelos órgãos responsáveis, aos quais prestamos total colaboração, colocando-nos à disposição para fornecer todos os esclarecimentos solicitados”, diz um trecho da nota.

Ainda segundo o estabelecimento, qualquer conclusão sobre o que aconteceu dependerá exclusivamente do resultado das investigações oficiais. A administração reforçou que novas informações só serão divulgadas por meio de comunicados formais e que, neste momento, a prioridade é oferecer assistência à família das vítimas, além de reiterar o compromisso com a segurança e o bem-estar dos hóspedes.

O caso é investigado pela Polícia Civil de Alagoas, por meio da Delegacia de Maragogi, que apura a dinâmica das mortes e avalia diferentes possibilidades para o ocorrido.

O caso

Uma mulher de 39 anos e o filho dela, de 11, foram encontrados submersos na piscina da Almaré Pousada Exclusiva, em Maragogi, no último domingo (4). Ambos chegaram a receber atendimento de emergência e foram levados à UPA do município, mas as mortes foram confirmadas na unidade de saúde.

Informações preliminares apontam para afogamento, mas outras hipóteses, como um possível problema elétrico na área da piscina, ainda são analisadas. 

O Instituto Médico Legal (IML) e o Instituto de Criminalística (IC) realizaram os procedimentos periciais, e as investigações seguem em andamento para esclarecer as causas e eventuais responsabilidades.