Ele não será lembrado, por exemplo, pelo que foi a Rio-92, o primeiro e mais importante evento internacional, até então, ou pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, ótimas inciativas.

A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ou ECO-92 trouxe ao Brasil mais de 200 líderes mundiais, para discutir a questão ambiental como nunca havia ocorrido.

No comando, o então presidente Collor, que nem ao menos pode participar da COP 30, em Belém do Pará.

Da mesma forma, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, de 1990, teve a sua chancela, trazendo uma legislação muito mais adequada na defesa da infância brasileira.

O próprio ex-presidente se encarregou de destruir na memória do brasileiro o seu papel em dois temas estratégicos, tão sensíveis e atuais.

Pode ser que os livros de história do Brasil venham a resgatar esse legado, mas por muito tempo ainda o ex-presidente vai se deparar com as ruínas que ele se encarregou de produzir na vida brasileira.