Nunca o secretário Vitor Pereira teve tanta visibilidade para o grande público quanto agora, na crise da Braskem.
Para dentro do governo, ele é “o cara” ou a voz do governador Paulo Dantas, alguém que ganhou do chefe a autoridade que seria inimaginável até o ano passado.
Pereira já conseguiu empurrar para fora do Palácio – metaforicamente, ok? – assessores diretos de Dantas a que o próprio gostaria de ver longe.
Cumpriu essa “missão” e agora foi escalado para tocar o caso Braskem em nome do governo. Foi assim na reunião com JHC.
Tudo bem, ele não é Dantas, mas é como se fosse.
Há quem enxergue nesse momento a tentativa de torná-lo mais conhecido e, quem sabe, mais popular em Maceió, território em que o grupo palaciano permanece um imenso vazio de lideranças.
Se não tem ninguém, todo mundo pode tentar ser alguém – e por que não?
