"Espero que vocês nunca tenham que passar pelo que estou enfrentando. Minha mãe era tudo o que eu tinha, e agora não sei como vou ficar". Estas foram as palavras de Erik, filho de Rosineide da Costa Silva, de 53 anos, que foi morta com 11 tiros pelo policial militar Wellington Pereira da Silva.

Em uma entrevista à Ronda Antena, Erik compartilhou que a ficha dele ainda não caiu e que não sabe o que está pensando.

Ele destacou que sempre elogiou sua mãe, descrevendo-a como uma pessoa sensacional. "Você pode perguntar a qualquer pessoa", acrescentou.

No dia do crime, Erik tinha saído com um amigo quando recebeu a notícia de que sua mãe havia sido baleada. "Corri para a UPA. Eles tentaram reanimar minha mãe, mas infelizmente ela não resistiu."

O caso

O policial militar, segundo as investigações, matou Rosineide após ela defender a sobrinha de importunação sexual que foi praticada por ele.

Em depoimento, a sobrinha da vítima contou que o policial tentou, por diversas vezes, beijá-la e abracá-la, além de puxar o short dela.

A jovem contou que a tia a defendeu, pedindo que o policial respeitasse a sobrinha e a casa dela. Nesse momento, o homem sacou o revólver e atirou contra Rosineide.