Políticos alagoanos repercutiram, por meio das suas contas oficiais no Twitter, a grave situação dos indígenas Yanomamis. As equipes do Ministério da Saúde estiveram no local e se depararam com crianças e idosos em estado grave de saúde, com desnutrição, além de muitos casos de malária, infecção respiratória aguda e outros agravos.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, disse que a palavra que define a conduta do governo anterior em relação ao povo Yanomami é genocídio.

“Graças ao povo brasileiro, hoje temos um presidente com olhos para todos e que respondeu prontamente a essa crise humanitária. Estou pronto para fazer tudo o que estiver ao meu alcance”, escreveu.

A deputada estadual Cibele Moura também comentou o caso dizendo que a situação “dos Yanomamis é triste, assustadora e cruel”.

 “As autoridades precisam encontrar os culpados e punir no maior rigor da lei. Todas as vidas brasileiras importam”, reforçou a parlamentar.

A vereadora Teca Nelma também criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro e disse que o legado dele é o genocídio. 

“Estamos acompanhando um verdadeiro crime contra os povos Yanomamis e as cenas são de pura negligência e extermínio. Fruto de uma política perversa, que não podemos aceitar”, enfatizou a vereadora.

Teca disse que “não aceitaremos a continuação do ataque a biodiversidade brasileira, a supressão de florestas e a contaminação de rios, que liquidam a vida dos povos Yanomamis, exterminando os povos originários do Brasil em conjunto à sua riqueza”.

“Os povos Yanomamis são de alta relevância na proteção da biodiversidade amazônica e na preservação da diversidade cultural e linguística dos povos indígenas. Sucumbir os povos originários é um ato pensado à favor do garimpo e da supressão da preservação ambiental”, afirmou.