O problema maior, no primeiro momento, é sanear as finanças da Sesau, que vive uma pindaíba crescente.
Mas o governador já sabe que não terá dinheiro, no primeiro ano do seu novo governo, para cumprir o cronograma de obras existentes e dar início àquelas que já têm ordem de serviço.
O novo governo será “magrinho” na definição de um parlamentar governista bem situado.
Dantas aposta na eficiência do secretário Santoro em conseguir novas fontes de recursos “para o futuro” e numa possível ajuda do governo federal, que também não encontrará o cofre esvaziado.
Fato concreto é que os tempos de fartura já se foram: a arrecadação estadual caiu este ano, na mesma proporção em que os gastos aumentaram.
