Com a ajuda de uma tecnologia de ponta que permite a desobstrução de grandes coletores de esgoto, a BRK concluiu o trabalho de limpeza na rede da Rua Soldado Eduardo dos Santos, que nunca havia passado por esse tipo de serviço desde a sua implantação, há pelo menos dez anos. Uma cadeira de plástico foi retirada de uma das tubulações que levam os efluentes para o coletor da via.

Ao longo do mês de novembro, a BRK retirou mais de 80 toneladas de resíduos de dentro da tubulação, que apresentava alto nível de assoreamento, além de uma grande quantidade de lixo e entulho. Agora, a empresa já atua nos estudos que viabilizarão a próxima etapa do plano estrutural, desenvolvido para solucionar definitivamente as intercorrências no sistema de esgotamento sanitário da região.

De acordo com Wilson Bombo, gerente operacional da BRK em Alagoas, o levantamento das condições operacionais da rede de esgoto apontou a necessidade de substituição de todo o coletor. “O resultado dessa primeira etapa dos trabalhos evidenciou o estado de conservação da rede, que apresenta danos estruturais irreversíveis. Dessa forma, retomaremos a obra de alta complexidade no trecho interditado, para a liberação temporária da via, até que o projeto definitivo seja iniciado”, explicou.

O serviço para reparo do coletor nesse trecho será iniciado ainda neste mês de dezembro. Paralelamente à manutenção, equipes técnicas especializadas atuarão nos estudos que vão nortear o projeto de substituição de toda a rede de esgoto que atende a região.

“Esse projeto estruturante está entre as prioridades da BRK, mas é importante destacar que não é um trabalho trivial. Estamos lidando com um coletor de grandes dimensões sem manutenção há uma década, que recebe todo o esgoto gerado nos principais bairros da parte baixa. Por isso, é fundamental o planejamento e execução de cada etapa”, destacou Bombo.  

Além da limitação na infraestrutura de esgotamento sanitário, a Rua Soldado Eduardo dos Santos não possui sistema de drenagem adequado para escoamento da água da chuva, o que contribui para os alagamentos na via. A BRK, no entanto, atuará apenas no sistema de esgoto, uma vez que as galerias de águas pluviais são de responsabilidade dos municípios.

*com Assessoria