O ex-secretário Alexandre Ayres, da Saúde, foi quem chegou mais perto – aliás, muito perto.
Ele teve 61.142 votos, e o quociente eleitoral de deputado estadual chegou a 61.283.
Lembrando que o tal quociente é o número de votos válidos divididos pelo número de vagas: 1.654.647 e 27.
O candidato que o atinge não depende de ninguém no próprio partido ou federação (este ano) para se eleger – passa direto.
Depois de Ayres vieram Cabo Bebeto e Marcelo Victor, que ultrapassam os 51 mil votos.
No caso de federal, cujo quociente chegou a quase 184 mil votos (183.849), e só foi superado por Arthur Lira, que chegou a mais de 219 mil votos.
É do jogo, e termina por valorizar quem consegue montar uma chapa mais competitiva: com candidatos a sério e seus respectivos escadas.
Nesses casos, bem vimos, “é impossível ser feliz sozinho” – Vinicius de Moraes.
