A campanha do candidato Rodrigo Cunha  fez um levantamento sobre ataques e Fake News que atingem sua candidatura nas redes sociais, grupos de whatsapp e supostos "sites jornalísticos"  que propagam notícias falsas.

Os números do relatório confidencial que o Cadaminuto teve acesso, mostram que entre o dia primeiro de agosto e 16 de setembro houve um aumento de 560% nos ataques, de acordo com esse levantamento interno. Segundo os coordenadores da campanha esses ataques coincidem com o período que o candidato começou a crescer nas pesquisas .

O comitê de Rodrigo Cunha monitora diariamente o número de postagens de cards, vídeos e notícias caluniosas contra o candidato, inclusive conseguindo rastrear e identificar parte dos endereços IP (Internet Protocol) dos computadores e redes de fibra óptica ou via satélite de onde partem os ciber ataques.

O relatório de métricas com o monitoramento de redes sociais e home pages, foi produzido por uma empresa especializada em inteligência digital contratada pelo comitê.

"São notícias falsas disparadas em sites, centenas de grupos e listas de whatsapp e mais de 1.300 contas "robô" nas redes sociais, principalmente nas redes Instagram, TikTok e Facebook. Perfis falsos, que somente servem para disseminar ódio e mentiras, inclusive fazendo centenas de comentários difamadores em perfis reais, com ofensas ao candidato, a seus familiares e até contra seus filhos menores de idade" informa um integrante da coordenação da campanha de Cunha.

A coordenação já teria fornecido cerca de 200 endereços IP para a Polícia Federal e para o Ministério Público, apoiando o trabalho de combate à multiplicação de fake news no período eleitoral. Endereços, inclusive locais físicos de onde partem os ataques a Cunha, já teriam sido identificados. Parte destes crimes virtuais teriam origem em hotspots (pontos de emissão de sinal digital) em estados com Alagoas, Pernambuco, Bahia, São Paulo e no DF.