Ricardo Mota
Ricardo Mota

O print é eterno: quanto vale na campanha o que foi dito/feito por cada candidato no passado?

Ricardo Mota|
Celular
Celular / Foto: Pixabay

Chegaram-me, esta semana, vários vídeos e postagens de Collor e Leonardo Dias, que deverão aparecer com destaque na campanha.

É claro que cada um dos candidatos majoritários terá de dar satisfação sobre o que disse, mas apenas para uma parte do eleitorado mais engajado.

No caso específico, Collor, em 2020, bate forte em Bolsonaro e diz que ele quer montar uma seita (ao que parece, teve êxito).

Dias, agora vice do ex-presidente, por sua vez, faz juras de desamor a Collor.

Não se pode, é verdade, exigir coerência de um político profissional, notadamente quando tratamos de alianças partidárias.

Mas a sinalização é de que teremos uma campanha divertida nesse território. Não se surpreenda se algum candidato, pego em flagrado, disser que estava tomando remédio para a cuca quando da filmagem.

Até porque para gente assim não tem remédio.

SOBRE O AUTOR

Jornalista, escritor e músico.

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