Atualizada às 12:17
Ao Cada Minuto, o delegado Leonam Pinheiro, pré-candidato a deputado estadual, disse acreditar que deveria ser incentivado o contrário do proposto pelo projeto e "que todos os servidores públicos mostrassem o que estão fazendo". "O que os políticos querem esconder com essa proibição?", questiona.
"Ao invés de discutir isso, acho que nossos políticos deveriam se preocupar em trabalhar pelo povo. Falar menos e fazer mais! Enquanto o povo carece de uma saúde de qualidade, está sem emprego e tantos sequer tem o mínimo, acho estranho nesse momento eles estarem debatendo qualquer coisa diferente disso. Vejo isso como censura! Querem nos calar", reforçou.
Em vídeo publicado no Instagram, o delegado Thiago Prado, também pré-candidato a deputado estadual pelo estado, afirmou que havia acabado de saber sobre o projeto. "Veja a que ponto chegou a preocupação da velha política em perder as cadeiras da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE)".
Ainda na publicação, ele comenta que vai lançar um desafio ao deputado. "Faça um projeto de lei para que você possa mostrar seu trabalho porque até agora a gente não viu, 'irmão'".
Já o delegado e vereador de Maceió, Fábio Costa, afirmou que o PL proíbe que os policiais prestem conta à sociedade do seu trabalho. Para ele, com o surgimento das redes sociais, a polícia se aproximou da população. “Isso tem incomodado muito algumas pessoas que passaram a vida toda atacando e tentando distanciar a polícia da população”, conta.
Conforme Costa, supostamente, o deputado Ronaldo Medeiros, teria indicado uma traficante de drogas para ocupar um cargo de assessoria na ALE. O delegado expõe que a suspeita foi presa em flagrante no mês de outubro, com 10kg de cocaína e durante a abordagem policial se identificou como assessora do deputado.
“Eu fiz uma rápida pesquisa no Diário Oficial e descobri que, realmente, na época da prisão ela era assessora na ALE com salário de quase R$11.000”, afirma o delegado.
Confira o vídeo:
*Estagiária sob supervisão da Editoria
