A atuação do vereador Delegado Fábio Costa (PP) ao longo dos últimos 18 meses tem contribuído para a preservação do meio ambiente e fortalecido as ações de conscientização por parte da sociedade. Como presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente e Direitos dos Animais da Câmara Municipal de Maceió, ele vem apresentando projetos de lei, indicações e requerimentos que impactam diretamente nesta área, sem esquecer de fiscalizar e denunciar problemas crônicos que geram prejuízos ecológicos inestimáveis.

Desde que assumiu o mandato, em janeiro do ano passado, e passou a presidir a comissão temática, Fábio Costa emitiu 12 pareceres referentes às proposituras legislativas protocoladas e tramitadas no Legislativo, além de ter comandado de perto diversas fiscalizações no segmento ambiental, boa parte para apurar informes da própria população de supostas irregularidades que estavam sendo cometidas.

Um dos exemplos é o episódio de grande repercussão local conhecido como a Máfia da Metralha. O vereador denunciou um esquema milionário que poluía uma Área de Proteção Ambiental (APA) e envolvia as empresas ATRAL e Aliança, que administravam uma usina irregular no bairro do Clima Bom. Após a fiscalização, a usina foi fechada e o contrato com a Prefeitura de Maceió foi encerrado.

É de Fábio Costa, também, a denúncia da Máfia do Esgoto, apontando irregularidades administrativas e ambientais encontradas na Estação de Tratamento de Efluentes no Eustáquio Gomes. A empresa contratada pela Associação de Moradores do bairro usava a estação para atender outros municípios e empresas privadas, sobrecarregando o equipamento.

“Revelamos um esquema de enriquecimento ilícito que afetava diretamente a qualidade de vida dos moradores dos conjuntos Jardim Royal e Novo Jardim”, destacou o vereador.

Ele ainda indicou prática de crime ambiental no antigo lixão de Maceió, em Cruz das Almas. A área estava sendo agredida com o despejo irregular de chorume. O lugar, que deveria estar desativado, ainda mantinha lagoas do líquido, que esborrava e contaminava o lençol freático. Após a denúncia, a empresa V2 foi notificada e multada, além de ser obrigada a fazer a drenagem.