É inegável que o Brasil vive um novo momento político depois do advento da internet. Não apenas pela democratização das redes sociais que inseriu o cidadão comum e o aproximou ao debate público, mas também pela demanda da sociedade que não tolera e nem aceita mais as velhas práticas, os velhos hábitos, as formulas manjadas e os obsoletos vícios que não cabem mais.
O senso comum sugere que a maioria dos desafios sociais, urbanos, econômicos, culturais e ambientais do século 21, não se resumam apenas aos burocratas engavetados por trás de seus balcões, mas que eles também sejam enfrentados pelas diversas vozes que surgem como balsamo e bussola nas inúmeras críticas e sugestões que vem daqueles que melhor do que ninguém conhecem seus próprios pleitos e angustias.
As soluções para tais desafios não são fáceis, mas eles devem, logicamente, acontecer no âmbito digital, como de fato já vem acontecendo, pois seria burro, arrogante e ingênuo desprezar ou fazer cara de paisagem para o instrumento que já provou ter revolucionado para melhor a nossa época e a nossa geração, que mesmo as vezes distraída em reality shows, sempre separa um tempinho para deixar a sua opinião e aguçar o seu senso crítico.
Quando candidato a prefeito no ultimo pleito pelo PSB na promissora cidade de Delmiro Gouveia, já imaginava, se eleito fosse, colocar internet publica em todos os principais povoados da cidade. O gestor moderno tem a obrigação de conectar a população aos eventos e as ações de sua gestão, além de procurar facilitar através da tecnologia a vida dos jovens e de todos os cidadãos. Como diz um amigo: informação é liberdade.
