O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems/AL) Rodrigo Buarque, gestor da Saúde de Jundiá, e apoiadoras regionais da entidade Larissa Guimarães e Mirna Vaz participaram hoje – com outros Cosems do país – de uma reunião para discutir a proposta de escuta da Atenção Básica. A ideia surgiu de uma deliberação do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (Conares) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) para que, por meio da Rede Colaborativa, sejam realizadas oficinas para avaliar as potencialidades e fragilidades deste segmento em cada Estado.
Foi discutido hoje que o instrumento de coleta de dados será realizado pelo Conasems.
A oficina para capacitação dos apoiadores dos Cosems será realizada no dia 7 de abril de forma on line e cada Cosems tem até o dia 04 de abril para encaminhar a proposta de cronograma das oficinas que realizarão em seus Estados.
Rodrigo pontuou a satisfação em participar deste momento importante para o país, que é a preocupação com a qualificação da Atenção Básica.
Enquanto presidente, ele disse que já enxerga Alagoas de forma contemplada, uma vez que este trabalho já vem sendo realizado no Estado.
"Em 2021 os apoiadores realizaram visitas sobre o Previne Brasil e, agora em março, tenho participado destes momentos ou algum membro da diretoria, escutando, apoiando e aproximando a gestão municipal do Cosems. Uma de nossas prioridades é estar próximo e poder ajudar aos municípios em suas fragilidades”, reforçou.
O titular do Cosems/AL também focou na questão do subfinanciamento da Atenção Básica e a dificuldade de contratualização do profissional médico em diferentes localidades de estado.
“Não tenho dúvidas de que com este trabalho de escuta por meio do Conasems, iremos achar recursos e mecanismos para que possamos chegar ao êxito. A rede colaborativa em todos os estados tem contribuído muito para esta proposta e ferramenta através dos apoiadores. Em Alagoas, não teremos dificuldades pois já trabalhamos com a escuta qualificada em todos os espaços de discussão”, concluiu.



