O pleito é antigo e me chegou mais uma vez no último sábado (o que eu ainda pude confirmar ontem).

Servidores do Hemoal, que vive dias difíceis – como todos os hemocentros do país –, pedem ajuda da sociedade para o atendimento de algo que parece simples demais, injustificável: o conserto do ônibus de coleta de sangue.

O equipamento vive quebrado com frequência nos últimos anos, mas apesar dos muitos apelos, as providências demoram muito por parte da Sesau.

O ônibus é fundamental para a realização das coletas externas – em empresas e nos municípios interioranos -,  que até têm sido mantidas, mas exclusivamente em locais com estrutura adequada.

Eu mesmo já cheguei a fazer doação de sangue no veículo – por mais de uma vez há alguns anos. Com pessoal preparado e gentil, seguramente, o ônibus do Hemoal ajudaria demais a quem precisa. 

E a um custo baixo, considerando principalmente o benefício à população.