O deputado estadual Davi Maia, o incansável e incômodo fiscal do governo na Assembleia, nunca escondeu de ninguém que tem um pai político, que não é o mesmo pai biológico (este é Marcelo Lima, prefeito de Quebrangulo, filiado ao MDB).
Maia diz que “ideologicamente” sempre foi afinado com José Thomaz Nonô, que o iniciou na atividade política.
Hoje, ambos estão afastados – na atividade que os uniu –, e Davi Maia não vê a hora de deixar o DEM, ainda presidido por Nonô, mas já comandado por Marcelo Victor – rumo ao União Brasil, fusão com o PSL.
(Arthur Lira diz que a legenda pertence a ele. E aí?)
O deputado estadual não quer nem mesmo esperar pela “janela da infidelidade”, que se abre em 3 de março e vai até 1º de abril (verdade, Terta?).
Tão logo o “novo” partido, o União Brasil, seja criado para valer, Davi Maia pretende oficializar sua desunião com Nonô.