Atendimento no Hospital de Arapiraca é alternativa para pacientes da capital

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O trabalho da Unidade da Face no Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca, segue sendo destaque no Brasil.  

Na última semana, a equipe realizou atendimento terapêutico de reconstrução da face da pequena Anthonnielly, de três anos, que sofreu um acidente no final do mês passado em um condomínio de Maceió após um banco de cimento cair sobre ela.  

O caso tomou conta das redes sociais após apelo de sua mãe, Nanda Barbosa. A menor chegou a ficar internada no Hospital Geral do Estado, na capital alagoana, e foi transferida para Unidade de Emergência, em Arapiraca. Logo depois foi encaminhada para o HR.

O cirurgião bucomaxilofacial Ricardo Watson, coordenador da Unidade da Face do HR, esteve com a criança e sua mãe no momento da alta, ocorrida no dia 12. O profissional fez questão destacar o trabalho da equipe e lembrou que as cirurgias e atendimentos realizados pelo setor têm sido um sucesso.

“A Anthonnielly chegou com um caso sério de fratura no crânio e na face, mas graças a um esforço coletivo conseguimos atendê-la. O Hospital Regional deu todo acolhimento necessário à menina e à sua família até o dia de ir pra casa”, colocou.  

“Nossa Unidade da Face tem sido destaque desde que foi criada. São centenas de cirurgias todos os anos, o que tornou o hospital um dos que mais realizam procedimentos do tipo no Brasil. Só em Alagoas já atendemos pacientes de mais de 90 cidades”, completou Ricardo Watson.

“Tratamos todos da mesma forma, independentemente se é paciente do SUS, particular ou convênios. A maioria dos pacientes não esperava um tratamento com a qualidade de um serviço privado, por isso ficamos surpresos pela forma que são tratados aqui”, afirmou.

Novos casos

O caso da menina Anthonnielly não é o único. Nessa semana mais uma criança regulada pela Secretaria de Estado da Saúde chegou para ser atendida no hospital de Arapiraca. Dessa vez uma menina de dez anos, cujo nome não foi revelado ainda, que sofre de uma severa anomalia do crânio e que precisava de cuidados médicos.  

“Acredito que o nosso diferencial é não fazer diferença entre casos do vindos pelo SUS ou não: aqui todos são tratados da mesma forma. Queremos salvar vidas e resgatar a autoestima dos que sofrem mutilações na face”, comentou Ricardo.

Destaque

“Saber que estamos salvando vidas e recuperando histórias como essas nos deixa muito satisfeitos. Sinal de que o trabalho que realizamos em nosso hospital é referência em nosso Estado e até no país, pois já recebemos pacientes até da Bahia. Nossa equipe está de parabéns”, falou o provedor Geraldo Magela.

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