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Datafolha: Reprovação a Bolsonaro é maior na advocacia

A moção de apoio foi aprovada pelo Pleno do Conselho Federal da OAB, em Brasília
A moção de apoio foi aprovada pelo Pleno do Conselho Federal da OAB, em Brasília / Eugenio Novaes

Por conta das últimas pesquisas, já existem políticos e analistas suspeitando que a tendência hoje é que o presidente Jair Bolsonaro não chegue ao segundo turno das eleições em 2022. Ainda é cedo, creio, mas pode ser uma tendência. E uma pesquisa inédita reforça aind mais tal possibilidade.

Feita pelo Datafolha e publicada nesta terça-feira (8), ela revela o perfil e as opiniões dos advogados.  

54% dos operadores do Direito reprovam o governo do presidente. Esse número é maior "do que verificado entre a população brasileira, que foi de 45%", de acordo com a última pesquisa divulgada em 12 de maio pelo instituto.

Outro dado que diferencia a classe dos cidadão brasileiros como um todo, é o que msotra que 69% dos entrevistados se declaram politicamente como de centro, "de centro-esquerda e de centro-direita.  

Leia outros dados abaixo e tire as suas conclusões:  

1 - A classe apresentou posições mais liberais em relação ao aborto e à criminalização das drogas e mais favorável à posse de armas, na comparação com levantamentos mais amplos;

2 - Para 60% a principal causa da criminalidade é a falta de oportunidades iguais para todos;

3 - 28% da categoria considera a administração Bolsonaro ótima ou boa. Na população em geral o índice é de apenas 24%;

4 - 18% dos advogados entrevistados julgam o governo regular;  

5 - 59% dos advogados católicos avaliam o governo como ruim ou péssimo, e 24% como ótimo ou bom;

6 - Já entre os advogados evangélicos, 52% consideram o governo ótimo ou bom, e 33% ruim ou péssimo;

7 - 26% se autodeclaram de centro, 24% de centro-direita, 19% de centro-esquerda, 9% como de esquerda, 14% como de direita e 75 disseram não saber 7%;

Os advogados, nessa pesquisa, também se posicionaram sobre união civil de pessoas do mesmo sexo e causas da criminalidade.

De acordo com a Folha, levantamento foi feito por telefone entre os dias 26 de fevereiro e 8 de março, 303 advogados das cinco regiões do país foram ouvidos. E os resultados foram ponderados por sexo, idade e região, conforme os dados do quadro da advocacia da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). ​

Leia mais aqui.

 

 

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