O senador Rodrigo Cunha criticou nesta sexta-feira (26) a gestão nacional da crise da pandemia da Covid-19, cobrou vacinação urgente e em massa da população alagoana e brasileira e alagoana e reafirmou a importância de ações integradas nacionais para combater o coronavírus. O senador vem propondo há quase 1 ano em âmbito nacional a junção de todos os poderes e governos – municipais, estaduais e federal – na luta contra a pandemia.
“Já passou da hora de unirmos esforços na mesma sintonia para superar este momento tão cruel. Finalmente o governo federal anunciou a criação de um comitê para coordenar as ações de enfrentamento à pandemia. Venho propondo essa ideia de termos um Plano Nacional de Gestão do Combate ao Coronavírus desde junho do ano passado, quando apresentei o Projeto de Lei (PL) 3160, propondo uma gestão sistêmica, para que o governo atuasse numa perspectiva integrada e sincronizada, em várias frentes. E eu espero que o novo comitê siga esse caminho, mesmo com todo este atraso” disse o senador.
Rodrigo Cunha também defendeu que todos os esforços nacionais e locais sejam voltados à vacinação da população. “A vacinação deve ser prioridade absoluta! Vacinar de forma rápida é a principal saída para salvarmos vidas e para retomarmos o fluxo normal da economia e da geração de empregos”. Além de garantir em Brasília recursos para a aquisição de imunizantes – o senador garantiu em dezembro o envio de R$ 20 milhões da União para combater o avanço da pandemia de Covid-19 em Alagoas – junto ao Ministério da Saúde, Rodrigo Cunha também tem atuado para buscar meios para agilizar a imunização dos alagoanos.
Por exemplo, por iniciativa do senador alagoano, a MP 1003/20 foi alterada incluindo os municípios como entes autorizados a adotar as medidas necessárias para a vacinação, caso a União se omita ou coordene de maneira inadequada as ações de imunização. “A aceleração da pandemia no Brasil é assustadora. Já foram mais de 300 mil vidas perdidas para a Covid-19. E isso não pode ser tratado como um número. São 300 mil pessoas, assim como as mais de 3 mil que morreram aqui em Alagoas, que eram o amor da vida de alguém, pai, mãe, filho, irmã, marido, esposa, amigo. E essas pessoas morreram de maneira cruel, sem respirar, com falta de ar, sofrendo até o último minuto”, concluiu o parlamentar.
