Foto: Divulgação/Arquivo
Sede do Ministério Público (MP/AL)

As críticas feitas pelos procuradores de Justiça Antiógenes Lira, José Arthur Melo e Sérgio Jucá resultou em uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra eles, elaboradas pelos promotores de justiça que acompanharam o caso Pinheiro em Maceió.

Conforme publicado no blog do jornalista Ricardo Motta, os promotores José Antônio Malta, Max Martins, Jorge Dória, Adriano Jorge e Jomar Moraes, e o ex-PGJ Alfredo Gaspar acionaram o Conselho depois que foram "criticados" pelos colegas.

Tudo isso envolve o acordo intermediado de indenização intermediado pelos promotores juntamente com a Braskem para beneficar os moradores das áreas afetadas pelo afundamento do solo.

No documento, os promotores afirmaram que  os membros do MP/AL fizeram "graves violações por parte dos representados dos deveres e ética inerente ao relevante cargo a que ocupam”.

Além disso, trecho da representação enviada diz: “ataque sem precedentes na história do parquet alagoano, totalmente desproporcional, o qual passou ao largo dos princípios deontológicos mais comezinhos. Verdadeiramente, como se sincronizados entre si, os representados, fustigaram com toda sorte de adjetivos a conduta profissional dos representantes (e dos demais signatários do acordo), concluindo por impingir com o manto da desconfiança e da ilegalidade, o vanguardista acordo judicial preventivo devidamente homologado pela 3ª vara da Justiça Federal (o qual foi subscrito pelos representantes e demais órgãos públicos)”.

Com isso o MP pode voltar a viver momento conturbados internamente.