A cheia do Rio Ipanema que atingiu a cidade de Santana do Ipanema, no sertão de Alagoas, deixou um enorme rastro de destruição na região, mais 2.500 de pessoas desabrigadas e 8 mil desalojadas, é o que aponta os dados da defesa civil estadual.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da cidade, as famílias que precisam de um auxilio por parte da gestão municipal estão abrigadas em sedes de escolas municipais, creches, no Centro Bíblico e na sede da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL), tendo em vista que nenhum destes locais estavam desenvolvendo atividades, devido à recomendação do estado de paralisar as atividades letivas por conta da pandemia do Covid-19.

Conforme informes e alertas da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos de Alagoas (Semarh-AL), o nível limite para o início de alagamento seria de 4,60 metros de profundidade, mas devido a velocidade e a quantidade da água que chegava de maneira muito rápida, o rio logo atingiu a marca histórica de 9 metros.

A assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM-AL), informou que mais de 30 militares foram empregados durante a última elevação do rio, quando a corporação ficou oficialmente ciente de que uma barragem havia rompido no estado de Pernambuco e de que as chuvas continuavam muito intensas na região.

*Sob supervisão da editoria e com informações de Correio Notícia