Candidato ao Senado pelo PSL/AL, o policial federal Flávio Moreno classificou o atentado sofrido na tarde desta quinta-feira (06), pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), de “atentado contra a democracia e subversão da ordem daqueles que classificam Bolsonaro de radical”.

“Esse atentado de hoje deixa claro que os radicais estão do outro lado. Eles não querem ver Bolsonaro presidente”, afirmou Moreno em entrevista ao CadaMinuto, acrescentando que a segurança particular e do entorno do deputado federal precisa ser reforçada.

“O atentado demonstra o desespero de setores que estão há décadas no poder e desconectados da sociedade. Tentam atingir Bolsonaro e a democracia”, completou, acrescentando que, a princípio, a agenda de Bolsonaro em Alagoas, está mantida na próxima quarta-feira, dia 12 de setembro.

O candidato a deputado estadual cabo Bebeto (PSL), outro apoiador de Bolsonaro no Estado, também classificou o ato criminoso de reflexo do desespero e afirmou que os mais próximos ao candidato já sabiam do risco de algo do tipo acontecer.

“Isso serve para a gente caminhar cada vez mais forte. Se fosse algum simpatizante do Bolsonaro agindo assim, diriam: está vendo como essa turma é violenta? Mas, é justamente o contrário: quem prega a paz é quem tem coragem de cometer um ato desses. A gente não vê agressão física do Bolsonaro e de seus movimentos contra ninguém... São movimentos pacíficos, ordeiros e, na contramão disso, vem a esquerda que a gente tem em nosso país”, concluiu o militar.

O candidato do PSL à Presidência do País foi esfaqueado durante um ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Bolsonaro estava sendo carregado nos braços por apoiadores quando foi atingido por uma facada. O acusado do ataque, Adélio Bispo de Oliveira foi preso pela Polícia Federal.