Enquanto Dilma finaliza a reforma ministerial com os atuais e ex-partidos da base aliada na tentativa de se fortalecer para enfrentar a tentativa de impeachment, organizada pelo DEM e pelo PSDB com o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), o ex-presidente Lula deve antecipar o lançamento de sua candidatura em 2018.
O tema já é discutido com aliados e outras lideranças. O cenário político atual e futuro e as perspectivas são profundamente analisados. Já é sabido, por exemplo, que a antecipação de sua candidatura não vai fragilizar ainda mais o que já está fraco e fragilizado, que é o governo Dilma.
Outra avaliação feita é a de que ele já é alvo dos meios de comunicação conservadores e dos partidos de oposição. Portanto, melhor se lançar logo porque será sempre criticado por aqueles que temem a sua candidatura por terem a certeza de que ele irá disputar a Presidência da República em 2018.
O problema, no entanto, é a Operação Lava Jato e os seus desdobramentos e fases. Surge agora a denúncia de que montadoras pagaram R$ 36 milhões por uma medida provisória que deu incentivos ao setor. O fato teria ocorrido no governo Lula com o crivo da ministra Dilma Rousseff. Um dos filhos do ex-presidente teria recebido alguns milhões de um escritório que atuou para viabilizar a medida provisória.
Mas informações sobre essa nova fase da Operação, leia no endereço: http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/199095/Estado-denuncia-compra-de-MP-por-montadoras.htm