Sem chegar a um consenso sobre o reajuste salarial de 5% ofertado pelo Governo do Estado, os servidores públicos estaduais estarão reunidos em assembleia nesta quinta-feira (17) para decidir sobre uma possível paralisação geral.
O movimento que pleiteava a reposição da inflação e participa de rodadas de negociações há mais de dez dias “não ficou satisfeito com o valor apresentado pelos gestores públicos”, informou a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/AL), Rilda Alves.
De acordo com informações repassadas nesta quarta-feira (17), à reportagem do CadaMinuto pela sindicalista, “o governo não atendeu às reivindicações dos trabalhadores que buscam um reajuste que acompanhe o IPCA”.
A proposta apresentada pelo governo foi rejeitada pelo Movimento Unificado dos Servidores. O valor apresentado de 5% de reajuste seria pago em três parcelas, ficando 1% retroativo a maio, 2% em outubro e 2% a serem incrementados aos salários no mês de dezembro.
Diante da falta de entendimento, diversos representantes dos servidores públicos estarão reunidos na sede da CUT, amanhã à tarde para decidir sobre a paralisação das atividades, o que poderá ocorrer de forma imediata.
As negociações
No entanto, o movimento unificado dos servidores buscava por um reajuste de 15%, que trata do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais ganho real.
Associações Militares de Alagoas convocaram a tropa para uma assembleia geral no dia de 25 de junho para tratar sobre o não pagamento do reajuste baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
