O prefeito de Porto Calvo, Ormindo de Mendonça Uchôa, conseguiu a liberação de R$ 600.000,00 do Governo Federal para a obra de construção da ponte de concreto armada que será feita sob o rio Comandatuba que ligará a estrada do bairro Patia com a rodovia AL – 465. O primeiro desembolso da União para o empreendimento ocorreu neste dia 21 de janeiro de 2015. Segundo o secretário de Infraestrutura, Alexandre Scala, a previsão do início da obra é dia 15 de fevereiro.

A obra foi abandonada por anos pela gestão anterior e é um dos principais anseios da população portocalvense. O processo licitatório ocorreu em agosto do ano passado e foi vencido pela empresa Inove Construções LTDA – EPP. O valor total da obra é R$ 1.518.460,90. O Governo Federal entra com 1.200.000,00 divididos em duas parcelas e o município entra com a contrapartida restante.

A construção da ponte de concreto armada será feita sob o rio Comandatuba e ligará a estrada do bairro Patia com a rodovia AL – 465. O empreendimento trará desenvolvimento e muitos benefícios para a população. A ponte também dará um novo acesso de estrada de entrada ao município.

A ponte será fundamental para o município também que ela dará acesso ao anel viário, obra que está em andamento e esta será uma das principais obras do governo do atual governo. O prefeito Ormindo Uchôa comemorou a liberação da verba.

Desabamento em 2006

Em novembro de 2006 a estrutura da ponte desabou antes mesmo de ser concluída. Segundo o Departamento de Estradas e Rodagens (DER), na época, duas empreiteiras executaram a obra. A Amorim Barreto, responsável pela terraplanagem, recebeu do governo do Estado, à época, R$ 149.932,60, de um total previsto de R$ 711.585,60.  À construtora Assumpção foram faturados R$ 332.639,68 – de um total previsto de R$ 396.970,05, referentes à estrutura da ponte.

O DER instaurou em 2007 uma investigação para apurar as responsabilidades pelo desmoronamento da estrutura. O procedimento, entretanto, nunca foi concluído. O ex-prefeito de Porto Calvo, Carlos Eurico Leão e Lima “Kaika” disse que faria um novo processo licitatório, o que não ocorreu.