Do mesmo lado Associação Alagoana de Magistrados (Almagis) e a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB/AL) contrários ao projeto de lei que prevê a extinção de cargos de juízes auxiliares em Alagoas.


 Na segunda-feira (10) houve, inclusive, uma reunião com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Fernando Toledo. O objetivo do encontro foi convencer a principal liderança do legislativo de que a extinção de cargos trará prejuízos para toda a população, portanto, o projeto não serve.


Ora, convenhamos, se é perceptível que há falta de juízes em Alagoas e que, como sabemos, muitos têm que responder por outras comarcas acumulando, assim, diversos municípios e muito trabalho, como é possível extinguir cargos?


A posição da Almagis e da OAB é uma só sobre o caso: “Como iremos justificar para a sociedade que a demanda cresceu, mas nós estamos extinguindo cargos de juiz?”, questiona a presidente da Associação dos Magistrados, Fátima Pirauá. 


“Hoje temos um grande claro de juízes. Acabar com os cargos gera prejuízo para ao jurisdicionados. Acreditamos que os cargos não devem ser extintos. Devem ser preenchidos”, defende o presidente da Comissão de Acompanhamento e Apoio Legislativo da OAB/AL, Felipe Rodrigues Lins.


Com a palavra o Tribunal de Justiça de Alagoas.