Os principais nomes do PSB alagoano estão em Recife para uma reunião com o governador e candidato à Presidência da República, Eduardo Campos. Além de Kátia Born, Alberto Sexta Feira, Geraldo de Magela e o deputado estadual Ignácio Loyola, também participa do encontro o deputado federal Alexandre Toledo.


Esse encontro servirá para discutir como será organizada a campanha de Campos em Alagoas e Pernambuco, a desistência do governador Vilela de concorrer ao Senado Federal e, fundamentalmente, o fortalecimento e a importância da candidatura de Alexandre Toledo ao governo alagoano com a construção de um palanque forte para o presidenciável.


A presidente do PSB, Kátia Born, afirma que o projeto do seu partido é nacional, por isso é estratégico o palanque em Alagoas. Tal argumento – bastante lógico em política, segue direção contrária ao do senador Benedito de Lira que, como interessado em ser o candidato ao governo, tem defendido candidatura única dos partidos da base aliada do governador Vilela (PSDB). “Em política tem uma coisa chamada dois turnos. Terá dois turnos em Alagoas. Pode ter duas candidaturas que se unam no segundo turno”, defende Born.


Dentro do poder político tucano, assim como no meio familiar e no ramo dos negócios que gira em torno de Vilela, Toledo tende a fortalecer a sua candidatura porque ambos têm parentesco, aliança política e fazem parte da poderosíssima Cooperativa Regional dos Produtores de Açúcar e Álcool de Alagoas. 


Precisa dizer mais?


Nesse momento de surpresa com o novo cenário político criado pós anúncio de que o governador Vilela não irá disputar qualquer mandato, mais uma questão é criada e que logo terá resposta.


 Essa questão é, “ xiiii”, e o Biu, como ficará sem candidatura única?