Os constantes engarrafamentos, a ausência de uma fiscalização eletrônica, os semáforos com um esquema de manutenção improvisada pela própria pasta responsável, são alguns dos fatores que tornaram o trânsito de Maceió – em poucos anos – difícil e constante motivo de reclamação entre os motoristas. Junta-se a isto o desenvolvimento da cidade, com novas vias, empreendimentos que trazem impacto de vizinhança e o aumento significativo da quantidade de veículos.

 Melhorar este cenário é um dos desafios do novo prefeito Rui Palmeira (PSDB), por meio da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). Por lá, também há uma “herança maldita” da gestão passada, porém já conhecida desde que o ex-superintendente José Pinto de Luna resolveu – no início de sua gestão – revelar a situação em que se encontrava os contratos de manutenção das lombadas eletrônicas e dos semáforos da capital.

 Na época, toda a sinalização eletrônica teve que ser desligada, já que os contratos haviam vencido e a Prefeitura Municipal de Maceió estava pagando a empresa por indenização. O assunto foi até denunciado ao Ministério Público Estadual. Em relação aos semáforos, só não foram desligados por uma questão óbvia: o caos que se tornaria a capital alagoana sem o “vermelho, amarelo e verde” em algumas das principais vias. Se recorreu a um esquema improvisado de manutenção, cujos efeitos são sentidos no cotidiano.

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